sexta-feira, 28 de novembro de 2008

NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS – SERRA – ES


Prometi, agora aqui estão as fotos:
NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 001 imagem formada na parede de Cristo crucificado, na casa de Nossa Senhora das lágrimas,  onde das imagens de Nossa Senhora da Penha  verteram lágrimas de sangue.NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 002
NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 003
Imagem de Nossa Senhora na parede da casa.






No interior da casa (uma parte dela)mostrando as imagens formadas na parede.


NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 004



Imagem do cálice na parede da casa.





NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 005


Imagem de Nossa Senhora e São José, aqui a imagem está vestido de luto a seu pedido á vidente, conforme abaixo:

NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 007
NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 009

Foto das folhas bordadas pelas formigas que estão no quintal da casa.


NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS 011

Imagem de são benedito

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS

Na Serra, no Estado do Espírito Santo, a imagem de Nossa Senhora aparece nas paredes da casa, formada através da parede úmida, conforme eu mesma pude ver na casa. Na minha próxima visita a esse local vou tirar fotos para mostrar aqui.

Vertem-se água e óleo das imagens que estão na casa, essa água e óleo são dados para os doentes e muitos deles ficam curados, como o próprio filho do casal que ficou curado quando foi dado dessa água.

A vidente que tem visto Nossa Senhora por diversas vezes chama-se Maria Aparecida Martins D’ávila, a “Cidinha”.

Cidinha conta que quando encontrava-se em São Paulo, Nossa Senhora manifestou seu propósito de visitar um padre muito querido seu. Encontrava-se no Hospital das Clínicas, com câncer, em estado quase terminal. Sendo muito conhecido e estimado, a dificuldade para visitá-lo tornava-se grande. Mas Nossa Senhora, que a acompanhava, com a ajuda de outro grande sacerdote e um médico, conseguiu a permissão para visita-lo. Cidinha disse que teve a graça de ver esse encontro.

O padre estava sentado na cama, bem frágil, com as pernas muito inchadas. Diante dessa situação, Maria ficou profundamente enternecida, e Cidinha caiu de joelhos ao ouvi-la dizer ”padre, pode preparas as malas, o trem está chegando”. Cidinha prostrada só repetia no íntimo do coração: meu Deus, meu Deus!

Surpreso diante dessas palavras, o padre começou a dizer: “Não, não, não quero morrer, quero continuar trabalhando para Deus”. Cidinha relata que compreendeu que o desejo dele era igual o de Nossa Senhora. Mas o plano de Deus era diferente. Cidinha disse além de ser poderosa, Nossa Senhora é obediente, e mesmo podendo tudo, sua simplicidade e humildade não a deixam agir. Deus, no entanto não a deixou de atender totalmente, concedendo ao padre uma pequena melhora e uns dias a mais, de forma que fez mais uma palestra publicamente antes de ser levado.

Na noite em que o padre partiu, numa visão, Cidinha disse a ele: “O senhor não queria vir para poder trabalhar mais, mas veja quanto trabalho Deus lhe reservou aqui! O padre disse: “Quanto a voltar...não, não, nada me faz voltar, aqui é bom demais”. Cidinha diz que no coração sentiu que essas palavras deixaram Nossa Senhora muito alegre. Era tudo o que ela desejava vê-lo feliz para sempre, depois de uma vida dedicada a servir a Deus.

Nesse lugar as formiguinhas fazem um trabalho que nos chama a atenção, elas furam apenas a parte superior da folha, e formam desenhos, escrevem mensagens, muitas delas referindo-se aos homens, pedindo oração para eles. Numa dessas folhas, as formiguinhas desenharam o rosto de um médico, Dr Roque Savioli, o médico que acompanhou o Padre Léo.

Nas folhas são desenhadas muitas figuras e as mensagens continuam de folha em folha. Muitas figuras são de Nossa Senhora. No site abaixo tem fotos do local.

Livro: CESCA, Olívio. Maria das Lágrimas e as Formigas Bordadeiras. Editora Myrian. 2007

Saiba mais através do site: http://www.anslagri.org.br/

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Seja você mesmo diante de Deus

Preste atenção nesta estória que vou lhe contar
Essa estória que eu conto é pra fazer pensar
No altar da igreja, um certo dia, chegou o Sacristão
Com a vassoura, a pá e o pano, pra limpar o chão
E lá chegando encontrou o Palhaço a brincarpalhaços
Equilibrando uma bola com o seu calcanhar
E entre risos o Palhaço escorregou no chão
E terminando a cambalhota viu o Sacristão
Mas que vergonha, o que é isso! – disse o Sacristão
Onde se viu fazer bagunça aqui! – lhe disse então
Mas o Palhaço sorriu, e disse a cantar
Eu sou Palhaço e brincando é que eu sei rezar
Como você
O que tenho pra oferecer
Igual a você
O melhor para oferecer
Pra Deus!
Essa palavra, então, por fim calou o Sacristão
Ele lembrou que o melhor se dá de coração
E o Palhaço alegremente assim se despediu
meninoJesus Com uma pirueta louca e um pulo ele partiu
Mas o que nem Sacristão e nem Palhaço viu
É que a imagem do menino Jesus sorriu.

Música: Grecco

Seja você mesmo diante de Deus, não precisamos de mais nada para estarmos diante dele e estarmos com ele.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Evolução Teísta, onde fé e ciência se unem

Algumas formas de vida são complexas demais para terem evoluído somente pelo processo de seleção natural, como  Darwin propôs em seu livro de 1859 "A Origem das Espécies". A teoria afirma que uma inteligência maior deve ter feito isso, mas não a menciona como Deus.

"O processo em si é racional, apesar dos erros e da confusão quando passa por um corredor estreito, escolhendo algumas poucas mutações positivas e usando baixa probabilidade", diz Bento XVI.


"Isso... inevitavelmente leva à questão que vai além da ciência... de onde vem esta racionalidade?", pergunta.

Em resposta à própria questão, ele afirma que vem da "razão de criação" de Deus. papa
No livro Schoepfung und Evolution (Criação e Evolução) Bento XVI defende o que ficou conhecido como "evolução teísta", a visão das igrejas Católica Romana, Ortodoxa e Protestante de que Deus criou a vida através da evolução e que religião e ciência não precisam confrontar-se por isso.

Ele argumenta que a evolução tem uma racionalidade que a teoria de seleção puramente aleatória não consegue explicar.

Estes argumentos, propostos principalmente por protestantes conservadores e derivados de cientistas, provocam batalhas sobre o ensino da evolução nos Estados Unidos. Alguns cristãos europeus e turcos muçulmanos reproduziram recentemente estas visões.

 

Isso é o que deve ser ensinado nas escolas...e não como se demonstra hoje criação x evolução, não há evolução sem Deus por trás disso tudo...

domingo, 3 de agosto de 2008

A Mensagem de Fátima

Tem algum tempo que tenho recebido folhetos falando sobre a terceira profecia de fátima, mas dessa vez recebi um e-mail falando sobre essa profecia. Esse e-mail falava de que teriam três dias escuros, do qual teríamos que acender velas bentas nesses dias, não abrir as portas e janelas para ninguém...Foi então que resolvi investigar isso, procurei no site do Vaticano informações sobre essa terceira profecia, então pude conferir que essas mensagens foram modificadas, não encontrei nada do que falavam nesses folhetos e e-mails, por isso vou colocar aqui o que se sabe realmente sobre isso, retirado do site do Vaticano.Nossa Senhora de Fátima2

 

Em 1917, ninguém poderia ter imaginado tudo isto: os três pastorinhos de Fátima vêem, ouvem, memorizam, e Lúcia, a testemunha sobrevivente, quando recebe a ordem do Bispo de Leiria e a autorização de Nossa Senhora, põe por escrito.

Para a exposição das primeiras duas partes do « segredo », aliás já publicadas e conhecidas, foi escolhido o texto escrito pela Irmã Lúcia na terceira memória, de 31 de Agosto de 1941; na quarta memória, de 8 de Dezembro de 1941, ela acrescentará qualquer observação.

A terceira parte do « segredo » foi escrita « por ordem de Sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Bispo de Leiria e da (...) Santíssima Mãe », no dia 3 de Janeiro de 1944.

 

João Paulo II, por sua vez, pediu o envelope com a terceira parte do « segredo », após o atentado de 13 de Maio de 1981. Sua Eminência o Cardeal Franjo Seper, Prefeito da Congregação, a 18 de Julho de 1981 entregou a Sua Ex.cia Rev.ma D. Eduardo Martínez Somalo, Substituto da Secretaria de Estado, dois envelopes: um branco, com o texto original da Irmã Lúcia em língua portuguesa; outro cor-de-laranja, com a tradução do « segredo » em língua italiana.

 

Papa em Fátima Como é sabido, o Papa João Paulo II pensou imediatamente na consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria e compôs ele mesmo uma oração para o designado « Acto de Entrega », que seria celebrado na Basílica de Santa Maria Maior a 7 de Junho de 1981, solenidade de Pentecostes, dia escolhido para comemorar os 1600 anos do primeiro Concílio Constantinopolitano e os 1550 anos do Concílio de Éfeso. O Papa, forçadamente ausente, enviou uma radiomensagem com a sua alocução. Transcrevemos a parte do texto, onde se refere exactamente o acto de entrega:

« Ó Mãe dos homens e dos povos, Vós conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, Vós sentis maternalmente todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas, que abalam o mundo, acolhei o nosso brado, dirigido no Espírito Santo directamente ao vosso Coração, e abraçai com o amor da Mãe e da Serva do Senhor aqueles que mais esperam por este abraço e, ao mesmo tempo, aqueles cuja entrega também Vós esperais de maneira particular. Tomai sob a vossa protecção materna a família humana inteira, que, com enlevo afectuoso, nós Vos confiamos, ó Mãe. Que se aproxime para todos o tempo da paz e da liberdade, o tempo da verdade, da justiça e da esperança ».

Mas, para responder mais plenamente aos pedidos de Nossa Senhora, o Santo Padre quis, durante o Ano Santo da Redenção, tornar mais explícito o acto de entrega de 7 de Junho de 1981, repetido em Fátima no dia 13 de Maio de 1982. E, no dia 25 de Março de 1984, quando se recorda o fiat pronunciado por Maria no momento da Anunciação, na Praça de S. Pedro, em união espiritual com todos os Bispos do mundo precedentemente « convocados », o Papa entrega ao Imaculado Coração de Maria os homens e os povos, com expressões que lembram as palavras ardorosas pronunciadas em 1981:

« E por isso, ó Mãe dos homens e dos povos, Vós que conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, Vós que sentis maternalmente todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas, que abalam o mundo contemporâneo, acolhei o nosso clamor que, movidos pelo Espírito Santo, elevamos directamente ao vosso Coração: Abraçai, com amor de Mãe e de Serva do Senhor, este nosso mundo humano, que Vos confiamos e consagramos, cheios de inquietude pela sorte terrena e eterna dos homens e dos povos.

De modo especial Vos entregamos e consagramos aqueles homens e aquelas nações que desta entrega e desta consagração têm particularmente necessidade.

“À vossa protecção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus”! Não desprezeis as súplicas que se elevam de nós que estamos na provação! ».

Depois o Papa continua com maior veemência e concretização de referências, quase comentando a Mensagem de Fátima nas suas predições infelizmente cumpridas:

« Encontrando-nos hoje diante Vós, Mãe de Cristo, diante do vosso Imaculado Coração, desejamos, juntamente com toda a Igreja, unir-nos à consagração que, por nosso amor, o vosso Filho fez de Si mesmo ao Pai: “Eu consagro-Me por eles — foram as suas palavras — para eles serem também consagrados na verdade” (Jo 17, 19). Queremos unir-nos ao nosso Redentor, nesta consagração pelo mundo e pelos homens, a qual, no seu Coração divino, tem o poder de alcançar o perdão e de conseguir a reparação.

A força desta consagraçãopermanece por todos os tempos e abrange todos os homens, os povos e as nações; e supera todo o mal, que o espírito das trevas é capaz de despertar no coração do homem e na sua história e que, de facto, despertou nos nossos tempos.

Oh quão profundamente sentimos a necessidade de consagração pela humanidade e pelo mundo: pelo nosso mundo contemporâneo, em união com o próprio Cristo! Na realidade, a obra redentora de Cristo deve ser participada pelo mundo por meio da Igreja.

Manifesta-o o presente Ano da Redenção: o Jubileu extraordinário de toda a Igreja.

Neste Ano Santo, bendita sejais acima de todas as criaturas Vós, Serva do Senhor, que obedecestes da maneira mais plena ao chamamento Divino!

Louvada sejais Vós, que estais inteiramente unida à consagração redentora do vosso Filho!

Mãe da Igreja! Iluminai o Povo de Deus nos caminhos da fé, da esperança e da caridade! Iluminai de modo especial os povos dos quais Vós esperais a nossa consagração e a nossa entrega. Ajudai-nos a viver na verdade da consagração de Cristo por toda a família humana do mundo contemporâneo.

Confiando-Vos, ó Mãe, o mundo, todos os homens e todos os povos, nós Vos confiamos também a própria consagração do mundo, depositando-a no vosso Coração materno.

Oh Imaculado Coração! Ajudai-nos a vencer a ameaça do mal, que se enraíza tão facilmente nos corações dos homens de hoje e que, nos seus efeitos incomensuráveis, pesa já sobre a vida presente e parece fechar os caminhos do futuro!

Da fome e da guerra, livrai-nos!

Da guerra nuclear, de uma autodestruição incalculável, e de toda a espécie de guerra, livrai-nos!

Dos pecados contra a vida do homem desde os seus primeiros instantes, livrai-nos!

Do ódio e do aviltamento da dignidade dos filhos de Deus, livrai-nos!

De todo o género de injustiça na vida social, nacional e internacional, livrai-nos!

Da facilidade em calcar aos pés os mandamentos de Deus, livrai-nos!

Da tentativa de ofuscar nos corações humanos a própria verdade de Deus, livrai-nos!

Da perda da consciência do bem e do mal, livrai-nos!

Dos pecados contra o Espírito Santo, livrai-nos, livrai-nos!

Acolhei, ó Mãe de Cristo, este clamor carregado do sofrimento de todos os homens! Carregado do sofrimento de sociedades inteiras!

Ajudai-nos com a força do Espírito Santo a vencer todo o pecado: o pecado do homem e o “pecado do mundo”, enfim o pecado em todas as suas manifestações.

Que se revele uma vez mais, na história do mundo, a força salvífica infinita da Redenção: a força do Amor misericordioso! Que ele detenha o mal! Que ele transforme as consciências! Que se manifeste para todos, no vosso Imaculado Coração, a luz da Esperança! ».(4)

A Irmã Lúcia confirmou pessoalmente que este acto, solene e universal, de consagração correspondia àquilo que Nossa Senhora queria: « Sim, está feita tal como Nossa Senhora a pediu, desde o dia 25 de Março de 1984 » (carta de 8 de Novembro de 1989). Por isso, qualquer discussão e ulterior petição não tem fundamento.

 

Uma orientação para a interpretação da terceira parte do « segredo » tinha sido já oferecida pela Irmã Lúcia, numa carta dirigida ao Santo Padre a 12 de Maio de 1982, onde dizia:

« A terceira parte do segredo refere-se às palavras de Nossa Senhora: “Se não, [a Rússia] espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas” (13-VII-1917). 

A terceira parte do segredo é uma revelação simbólica, que se refere a este trecho da Mensagem, condicionada ao facto de aceitarmos ou não o que a Mensagem nos pede: “Se atenderem a meus pedidos, a Rússia converter-se-á e terão paz; se não, espalhará os seus erros pelo mundo, etc”.

Porque não temos atendido a este apelo da Mensagem, verificamos que ela se tem cumprido, a Rússia foi invadindo o mundo com os seus erros. E se não vemos ainda, como facto consumado, o final desta profecia, vemos que para aí caminhamos a passos largos. Se não recuarmos no caminho do pecado, do ódio, da vingança, da injustiça atropelando os direitos da pessoa humana, da imoralidade e da violência, etc.

E não digamos que é Deus que assim nos castiga; mas, sim, que são os homens que para si mesmos se preparam o castigo. Deus apenas nos adverte e chama ao bom caminho, respeitando a liberdade que nos deu; por isso os homens são responsáveis».

 

Bem o segredo consta de três coisas distintas, duas das quais vou revelar (palavras de Irmã Lúcia).  

A primeira foi pois a vista do inferno!

Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fôgo que parcia estar debaixo da terra. Mergulhados em êsse fôgo os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronziadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que d'elas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faulhas em os grandes incêndios sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dôr e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demónios destinguiam-se por formas horríveis e ascrosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa bôa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promeça de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.

Em seguida, levantámos os olhos para Nossa Senhora que nos disse com bondade e tristeza:

— Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores, para as salvar, Deus quer establecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu disser salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra peor. Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sufrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será consedido ao mundo algum tempo de paz.

 

A terceira parte do segredo revelado a 13 de Julho de 1917 na Cova da Iria-Fátima.

Escrevo em acto de obediência a Vós Deus meu, que mo mandais por meio de sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Bispo de Leiria e da Vossa e minha Santíssima Mãe.

Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fôgo em a mão esquerda; ao centilar, despedia chamas que parecia iam encendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos n'uma luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n'um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Varios outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dôr e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de juelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam varios tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n'êles recolhiam o sangue dos Martires e com êle regavam as almas que se aproximavam de Deus.

 

À pergunta: « A personagem principal da visão é o Papa? », a Irmã Lúcia responde imediatamente que sim e recorda como os três pastorinhos sentiam muita pena pelo sofrimento do Papa e Jacinta repetia: « Coitadinho do Santo Padre. Tenho muita pena dos pecadores! » A Irmã Lúcia continua: « Não sabíamos o nome do Papa; Nossa Senhora não nos disse o nome do Papa. Não sabíamos se era Bento XV, Pio XII, Paulo VI ou João Paulo II, mas que era o Papa que sofria e isso fazia-nos sofrer a nós também ».

Quanto à passagem relativa ao Bispo vestido de branco, isto é, ao Santo Padre — como logo perceberam os pastorinhos durante a « visão » — que é ferido de morte e cai por terra, a irmã Lúcia concorda plenamente com a afirmação do Papa: « Foi uma mão materna que guiou a trajectória da bala e o Santo Padre agonizante deteve-se no limiar da morte » (João Paulo II, Meditação com os Bispos Italianos, a partir da Policlínica Gemelli, 13 de Maio de 1994).

 

Tal texto constitui uma visão profética comparável às da Sagrada Escritura, que não descrevem de forma fotográfica os detalhes dos acontecimentos futuros, mas sintetizam e condensam sobre a mesma linha de fundo factos que se prolongam no tempo numa sucessão e duração não especificadas. Em consequência, a chave de leitura do texto só pode ser de carácter simbólico.

A visão de Fátima refere-se sobretudo à luta dos sistemas ateus contra a Igreja e os cristãos e descreve o sofrimento imane das testemunhas da fé do último século do segundo milénio. É uma Via Sacra sem fim, guiada pelos Papas do século vinte.

 

Quem lê com atenção o texto do chamado terceiro « segredo » de Fátima, que depois de longo tempo, por disposição do Santo Padre, é aqui publicado integralmente, ficará presumivelmente desiludido ou maravilhado depois de todas as especulações que foram feitas. Não é revelado nenhum grande mistério; o véu do futuro não é rasgado.

 

...Pois bem, como disse, essas mensagens foram modificadas, e repito as últimas palavras do que estava escrito no que foi revelado pelo vaticano e palavras do clero:  o véu do futuro não é rasgado.

 

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html

Vivendo na Graça de Deus

A Vida é muito curta para perder tempo com coisas que não valem a pena, não vale a pena discutir, não vale a pena teimar, não vale a ...